Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
18
Set 09
jls, às 16:36link do post | comentar

Brevemente, numa conferência de imprensa perto de si, Nuno Ribeiro dirá ao país que a eritropoietina que tomou, uma substancia dopante, lhe terá sido servida ao pequeno-almoço numas favas com chouriço, declinando obviamente qualquer responsabilidade no sucedido.

 
Esta substancia que pelos vistos também é injectada nos cavalos de corrida e nalguns bois nas touradas tem apenas uma contra-indicação para os humanos, faz baixar os níveis de fair-playismo no organismo ao ponto dos atletas ficaram tão taralhocos que se julgam verdadeiros campeões.
 
Corre já uma petição pela Internet para que os amantes deste desporto se juntem e ofereçam a Nuno Ribeiro uma 125cc para a próxima volta a Portugal. Segundo um antigo campeão da modalidade é preferível que ele na próxima volta vá de mota, assim todos sabem porque ganha.
 
Ainda segundo este antigo campeão, este ex-atleta tem o perfil indicado para ser treinador de RPM em qualquer ginásio pois aí os controlos anti-doping não são tão exigentes.

jls, às 14:07link do post | comentar

A história das escutas tem quase tudo para ser uma excelente história. Há fugas de informação, jogos de bastidores, altos cargos políticos envolvidos, mete jornalistas, espiões, uma ilha paradisíaca (ok, eu sei, tem o Alberto João a mais), surge num timing duvidoso (adequado não se sabe bem a quem), e para que fosse mesmo uma boa história apenas lhe falta uma bela mulher e um ou eventualmente dois homicídios.

 
No entanto a história peca por falta de conteúdo. Primeiro, porque se há alguém que não interessa decididamente escutar são os políticos. Foi visível nos recentes debates televisivos a falta de novas ideias, originalidade, capacidade de surpreender e acima de tudo, o mais confrangedor, a afinidade de ideias entre todas as forças politicas.
 
Segundo, a capacidade dos nossos serviços secretos. Antes de mais o termo secreto é abusivo, se há coisa que os portugueses prezam é a de tratar os espiões pelo nome. A prática remonta a 1999 e aos tempos do ministro da defesa Veiga Simão quando foi publicada a famosa lista com os espiões e pessoal afim. Hoje ficamos a conhecer mais um espião, Rui Paulo da Silva Figueiredo, empregado do mês no SIS.
 
Assim e uma vez que até ao momento ainda não temos história, está ao lume a cozinhar, resta-nos a querela entre os jornais Publico e DN. O DN fez notícia da notícia que o Publico preparava forjando pelo meio um mail. O primeiro-ministro que gosta tanto do Publico como de uma boa alheira de mirandela elogiou hoje na TSF o seu director, José Manuel Fernandes, a quem provavelmente estará para acontecer algo parecido com o que aconteceu a Manuela Moura Guedes, mas isso digo eu que trabalho para o SIS, perdão para o McDonalds.
 
E agora falando de politica a sério, nada como seguir as animadas reuniões do executivo camarário de Almeirim. A ordem de trabalhos era o excesso de população de pardais em certas zonas da cidade. A noticia é do Mirante.
 
É impressão minha ou a maturidade da nossa democracia ja está quase ao nível da antiga Rodésia?

mais sobre mim
Setembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
16
19

23
26

29


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO