Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
23
Set 11
jls, às 15:51link do post | comentar | |

Às voltas com défice da Madeira os técnicos da Troika concluem agora que poderá ser uma questão semântica a justificar a discrepância de valores que diferentes entidades já apuraram.

 

Foi quando ouviram Alberto João Jardim na entrevista à RTP Madeira falar em “milhons” que se fez luz. Segundo o líder Madeirense a divida da ilha “é mais ou menos a do Metro do Porto, cinco mil e tal “milhons””.

 

Com este novo dado os técnicos contactaram de imediato Valentim Loureiro, antigo administrador do Metro do Porto, para saber o valor certo da divida. Aos gritos, Valentim disse que a divida do Metro Porto é de uns sete “milhónes” à Administração Central e Bancos, binte mil euros à “Marisqueira Apito” no Porto e nobenta mil euros à casa de diverson nocturna “Fruta Dourada” em Gondomar.

 

Equiparando ambas as dividas e aplicando os conversores e indexantes da conta do Ronaldo no BES, do preço da Banana da Madeira vs Chiquita, do volume de importação de charutos para o governo regional e descontando o diferencial das taxas do IVA da Madeira vs Continente chega-se assim à conclusão que a divida é de 6.965.345.325,86 €.

 

Instado a comentar este número Jardim engasgou-se e entre duas gargalhadas e uma baforada de charuto lá se percebeu: “Fazeis confuson sus ignorantes bastardes do contenente, esse valor é o buraque do Berarde”


16
Set 11
jls, às 17:53link do post | comentar | |

Confrontado sobre as dividas não registadas nas contas da Madeira o Primeiro-Ministro voltou hoje a repetir que o caso Português é muito diferente do caso Grego. Sabemos que os gregos durante anos aldrabaram as contas e esconderam dívidas ao contrário de nós que sempre fomos claros e transparentes.

 

Essa ilha grega de que falam os senhores jornalista e que falam uma língua parecida com a nossa, bem como do seu ditador, já ouvi falar duas vezes. A primeira na disciplina de história no meu antigo oitavo ano e mais recentemente, por acaso mesmo antes de vir aqui falar convosco, ao Dr. Ângelo Correia que me comentava que tinha almoçado hoje na embaixada da Grécia com uns familiares de uns tais João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cidadãos gregos, descobridores, para resolver uma velha questão de  nacionalidades e partilhas. Gente simpática que depois de assinar uma papelada o nosso companheiro Duarte Lima fez questão de levar de carro de volta à Grécia.

 

Aproveito a oportunidade para informar que com o documento do Orçamento Geral do Estado, e mesmo não vindo nada a propósito, distribuiremos um novo mapa de Portugal.

 


Se me permitem sigo agora para o Conselho de Ministros para decidir que impostos vamos hoje aumentar.

 

 


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