Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
06
Mai 12
jls, às 15:47link do post | comentar | |

Depois de ter apresentado a ideia na Universidade de verão do PSD e a mesma ter sido rejeitada por questões técnicas, poderia ferir a constituição informou-me um autarca laranja com mais processos por corrupção no lombo que plásticas a Lili Caneças nas fuças,  voltei à carga e apresentei-a ao laboratório de ideias do PS.

 

Havia no séc XIV uma lei (declaração de abatut) que se aplicava aos cambistas, génese dos atuais bancos, que me parece oportuna readaptar à atualidade e estender não só aos banqueiros como também aos gestores públicos, gestores privados, autarcas, políticos e governantes em geral. 

 

Eis a minha proposta: A todos aqueles que tem a seu cargo poupanças privadas ou a responsabilidade de gerir dinheiros públicos e que por sua direta responsabilidade ou incompetência levem esses fundos, empresas, municípios ou organizações à falência é-lhes dado o prazo de seis meses para por meios proprios ressarcir todos os prejudicados.

 

Provada a sua responsabilidade e no caso do condenado não ter meios para ressarcir os lesados deve então o mesmo ser levado para a sede do banco, empresa ou município que geria e perante os seus pares (banqueiros concorrentes, outros gestores ou autarcas), obrigatóriamente sentados na primeira fila, aí ser lida a declaração de falência ou quebra de confiança. Segue-se a decapitação.

 


06
Jan 12
jls, às 11:44link do post | comentar | |


A Kodak, (1878-2012), que inventou o rolo de filme e a máquina fotográfica e que se cruzou com a vida de tantos milhões de pessoas perpetuando pelas fotos momentos inesquecíveis apresentará brevemente o pedido de insolvência.

 

É mais uma empresa a falir, dirão os mais pragmáticos. A Kodak? Perguntarão os mais nostálgicos, como é possível.

 

O curioso da história é que a situação poderia ser diferente se em 1975 a empresa tivesse aproveitado a invenção de um seu engenheiro. A máquina digital. Perante o dilema de aproveitar a invenção que revolucionou a fotografia ou matar a galinha dos ovos de ouro, o filão dos rolos de filme e das máquinas tradicionais onde a empresa era líder incontestável, a direcção optou pelo segundo caminho, o mais seguro. Para mal da empresa todos os concorrentes a ultrapassaram com o salto para o digital.

 

A lição que fica é que hoje mais que nunca é necessário cortar com o passado, inovar, descobrir e reinventar vantagens competitivas. Sair da zona de conforto nos melhores momentos marca a diferença entre criar as regras do jogo ou jogar segundo as regras dos outros. Quanto mais cedo o fazemos, menos temos de correr atrás.

 


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