Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
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Mai 10
jls, às 10:44link do post | comentar | |

No intervalo da 3ª eucaristia que Bento XVI celebrou hoje, Pio XV Presidente da área metropolitana da grande Almada veio acalmar os mercados financeiros, os contabilísticos e também o MARL declarando que a situação do Feijó estabilizou.

 

O Feijó, a freguesia mais endividada da margem sul, teve de tomar medidas drásticas e urgentes para reduzir o défice orçamental que atingiu na passada sexta-feira às 11.20 H o valor recorde de 8,5 % do PIB da freguesia. O presidente da Junta, o líder da oposição e o presidente do Desportivo do Feijó num acordo inédito decidiram cortar despesa em algumas obras emblemáticas da freguesia, adiar outras e aumentar receitas.

 

Ismaelov, brinca na areia do Desportivo do Feijó, foi o escolhido para comunicar as medidas tomadas à pequena multidão de seis cidadãos que se aglomerou no café do Pinto.

 

A primeira diz respeito à rotunda norte que liga a N21 ao Laranjeiro que com 4 saídas será amputada de 3. Fica apenas a principal que servirá de entrada e também de saída. A segunda medida passa pelo adiamento na construção de duas faixas do túnel do Mercado. Apesar do projecto ser idêntico ao Túnel da Praça, este ano serão apenas construídas as faixas laterais de rodagem e no próximo ano ou no seguinte as centrais. Por fim e no que toca às receitas foi decidido vender a 2ª ponte do Feijó ao Pragal. Símbolo da pujança económica dos anos 80 a 2ª ponte do Feijó é um dos termómetros diários do trânsito que entra na capital.

 

Parte da pequena multidão que inundou o café do Pinto, dois cidadãos e uma cidadona para ser mais preciso, questionou Ismaelov sobre a necessidade da freguesia se desfazer desse emblemático símbolo para a freguesia rival. Porque não vender a 1ª ponte à Charneca da Caparica perguntou exaltada a cidadona. É mais larga, mais recente e tem mais tráfego. Certamente as receitas seriam maiores. O problema, disse Ismaelov num russo perfeito, é que se vendermos a primeira ponte não podemos chamar segunda à segunda ponte, pois aí e para nós a segunda será a primeira. Ou seja nesse caso perdemos as duas. A cidadona pediu mais uma mini e disse que ia para casa pensar no assunto.


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