Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
30
Mar 10
jls, às 17:29link do post | comentar | |

O êxito da experiencia desta manhã no maior acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider (LHC), em Genebra, (não esquecer que Portugal tem o segundo maior, a A1 entre o troço de Condeixa e Coimbra Norte onde as colisões registadas pela Brigada de Transito são feitas a dois teraectrões-volt não havendo no entanto mortos a registar), vem abrir um novo mundo de possibilidades técnicas a quem trabalha na área da astrologia e também à Maya.

 

Segundo os dados disponíveis a velocidade de aceleração é tanta, sete teraelectrão-volt, que os resultados da experiencia são conhecidos antes mesmo dela se realizar. As possibilidades desta tecnologia são de tal modo vastas que numa aceleração a 14 teraelectrões-volt, o dobro da existente e que só estará disponível em 2011, conseguimos saber o que vai acontecer 15 mns antes de realmente acontecer. Como já tenho o meu LHC, coloquei-o na sala ao lado do LCD, sei que vão dizer: Extraordinário.

 

 

 

 

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Os conhecimentos da física das partículas evidenciados neste postal do seu blog, que eu não tinha ainda o prazer de conhecer, revelam o estofo de um grande cientista. Eu próprio já tinha descortinado as novas possibilidades que a experiência do LHC abre para a astrologia, essa ciência suprema. No entanto permita que lhe faça notar modestamente que os teraelectrões.volt se devem escrever com ponto entre electrões e volt e não com hífen (o erro já vem da notícia do Público), que esta unidade física não é de aceleração nem de velocidade, muito menos de "velocidade de aceleração", coisa que não existe, mas sim de energia, que o símbolo da unidade de tempo minuto é "min" e não "mns" e que os símbolos de unidades físicas não têm plural. Uf! De resto, gostei do seu blog e espero que comunique os resultados das colisões de partículas elementares no seu LCD.
Pedro Freire a 30 de Março de 2010 às 23:48

Caro Pedro,

Agradeço o seu comentário assim como a pertinência da informação que traz a este humilde espaço. É assim que a ciência avança. São imperdoáveis as minhas imprecisões e só encontro justificação para as mesmas com o entusiasmo e excitação pela experiência de ontem. O facto de ter baralhado os conceitos, nomeadamente a velocidade com a acelaração, e ter chegado a um novo que pelos vistos ainda não existia -velocidade de acelaração-, que entretanto registei, quando do que falava era energia explica as interferencias que tenho tido em casa no LCD quando ligo a máquina de lavar, o LHC e o aquecimento. O facto do quadro ir a baixo constantemente e máquina de lavar apitar mais que a máquina de café não é então derivado da velocidade de rotação do tambor mas sim da energia que a mesma consome. E se ligar o LHC à Bimby este principio ainda continua válido? É que o livro de intruções não diz nada. E aí falamos de velocidade, acelaração, energia e também sabor.
Abraço,
Jls
jls a 31 de Março de 2010 às 11:56

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