Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
03
Mar 10
jls, às 00:05link do post | comentar | |

Há precisamente 145 elevado a 12 zeptosegundos estive envolvido numa acesa discussão com Richard Gross, cientista da Nasa, que só não acabou em pancada porque discutíamos via e-mail e em língua gaélica escocesa, idioma que nenhum de nós domina.


Além da sombrinha que lhe emprestei e que nunca mais vi o outro objecto da nossa discussão foram as suas inflamadas declarações dizendo que o recente sismo de magnitude 8,8 na escala de Ritcher que atingiu o Chile reduziu ligeiramente a duração do dia e provocou alterações no eixo da terra. Segundo os seus cálculos o dia terá ficado mais curto 1,26 microsegundos e o eixo terrestre reduzido em oito centímetros. É aqui que está o nosso desacordo. Pelas minhas contas e já fiz dois workshops sobre esta matéria, um dos quais até acabei, só daqui a 3452 anos é que o dia terá menos um segundo.


Cheguei a esta conclusão reduzindo os anos a ioctossegundos que amanhei em zeptosegundos mais maneiros para levar ao forno e onde ao fim de um lapso temporal se transformam em atosegundos que manuseados com mestria acompanham com fentosegundos e são ideias para servir frios com picosegundos. Multiplicando tudo por pi ou por nanosegundos, o que houver em casa, dá 1,23 microsegundos. Ora se ainda aí estão e me acompanharam no raciocínio, eu queimei-me a tirar os atosegundos do forno e desisti, concluem que pelas contas do Richard só daqui a 3459 anos é que o dia perdia um segundo. E agora quem tem razão?


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