Redige habitualmente em latim, língua que não domina nem tão pouco conhece, artigos científicos que as revistas da especialidade teimam em não publicar. Para a TV7 DIAS e MARIA escreve artigos económicos. No tempo que lhe sobra escreve aqui.
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Dez 09
jls, às 17:57link do post | comentar | |

Ao Diário de Noticias de Serzedelo Teixeira dos Santos deu uma entrevista em Braille e outra em linguagem gestual onde rejeitou novamente o cenário de aumento de impostos.

 
Questionado sobre a forma como iria então o governo fazer face ao défice para equilibrar receitas e despesas, dado que no actual cenário de crise é pouco provável que a receita por si só evolua positivamente, (ou segundo os técnicos de ministério das finanças “suba para cima”, coisa que o raio da despesa aprendeu a fazer e não mais parou), a ideia seria criar umas coisas chamadas taxas.
 
As taxas que não são verdadeiramente impostos, pois tem outro nome, são outras cenas, segundo o ministro, que os portugueses terão de pagar não no sítio onde se pagam os impostos mas noutros sítios, razão pela qual não são impostos. E terão de pagar porque “sim” ao contrário dos impostos que pagam porque tem de ser.
 
Baralhado com a resposta o entrevistador pediu dois cafés e um tempo para pensar no assunto. Teixeira dos Santos anuiu e foi tirar os cafés.
 
Passado o tempo soou a Cirene, muito idêntica à que o FMI usa, e ambos retomaram a entrevista.
 
Teixeira dos Santos chamou canalhas aos indivíduos do FMI, ou isso ou técnicos, o gesto (manguito) é muito idêntico e para finalizar disse que é o negativismo que nos está a matar. Disse ainda que Portugal tem futuro, que no próximo ano vamos ser mais felizes, que a corrupção em empresas públicas é uma invenção das empresas privadas e que Medina Carreira é amigo do José Sócrates no Facebook.

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